Minha mãe tem 81 anos e mora sozinha na Praia do Canto. A Mirante Casa ficou com ela vinte horas por semana durante o inverno. O que me fez continuar foi a anotação que chegava depois de cada visita — eu sabia o que tinha acontecido sem precisar ligar todos os dias.
O que as famílias dizem
Relatos de famílias em Vitória que usaram os arranjos da Mirante Casa. Cada situação foi diferente, mas o padrão de coordenação e comunicação se manteve.
Voltar ao inícioRelatos das famílias
Meu pai precisava de alguém para acompanhar nas consultas, que são frequentes. O arranjo de saídas funcionou bem para isso. A parte do transporte já organizado ajudou bastante — eu trabalho longe e não conseguia sempre levar. O único detalhe é que preferia ter mais do que seis saídas por mês, mas a coordenadora explicou que dá para negociar.
Começamos com o dia avulso em março. Fiquei em dúvida sobre se minha avó aceitaria ter alguém em casa. A assistente que veio foi calma, não impôs nada. Minha avó gostou. A semana seguinte já tinha o arranjo mensal.
A Letícia veio pessoalmente na primeira semana para apresentar a assistente ao meu pai. Isso fez diferença. Ele é desconfiado, não gosta de gente estranha em casa. Mas como ela estava presente no início, foi mais fácil. Já são cinco meses.
O que me convenceu foi a folha de rotina. Antes eu ficava tentando lembrar de passar tudo por telefone para a pessoa que veio. Com a Mirante Casa, a coordenadora sentou comigo, escreveu tudo e mandou para a assistente. Na primeira visita já estava do jeito certo.
Minha tia mora sozinha e não gosta de sair sozinha desde o ano passado. As saídas mensais resolveram o problema das consultas. O transporte vem, a assistente espera durante a consulta, e depois volta com ela. Simples assim.
Como alguns arranjos se desenvolveram
Situação inicial
Família com filhos morando em São Paulo. Mãe de 78 anos em Vitória, sozinha em apartamento na Praia do Canto. Cuidava da casa mas tinha dificuldade crescente com as escadas do prédio e com as compras.
O que a Mirante Casa organizou
Arranjo semanal de vinte horas, com assistente presente três vezes por semana. Rotina incluía compras, refeições e companhia. Anotação enviada à família por e-mail após cada visita.
Resultado depois de três meses
A família passou de ligações diárias preocupadas para contato regular com a coordenadora. A mãe conhece a assistente pelo nome e pergunta quando ela vem. O arranjo continua ativo.
"Minha mãe sempre foi independente. Eu tinha medo de que ela rejeitasse qualquer ajuda. O jeito como a Mirante Casa apresentou o arranjo — sem urgência, sem pressão — fez com que ela mesma dissesse que queria continuar." — filha da família
Situação inicial
Casal de 75 e 77 anos. O marido teve uma queda em janeiro e ficou mais limitado. A esposa cuidava de tudo mas estava exausta. A filha morava em Vitória mas trabalhava em período integral.
O que a Mirante Casa organizou
A filha reservou um dia avulso em fevereiro para ver como funcionava. A assistente ficou com o casal das 8h às 18h, ajudou com refeições, compras no mercado e companhia. A coordenadora enviou o resumo no final do dia.
Resultado
A família contratou o arranjo semanal na semana seguinte. O marido aceitou bem porque a mesma assistente do dia avulso foi designada para o arranjo regular. Quatro meses depois, o casal mantém o serviço.
Onde e como nos encontrar
Rua Joaquim Nabuco 738, Praia do Canto, Vitória, ES
Seg–Sex: 8h–18h
Sáb: 9h–13h
A família também pode falar com a coordenação antes de qualquer decisão
Uma conversa de quinze minutos é suficiente para entender a situação e indicar por onde começar.
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