Mirante Casa
Famílias que escolheram a Mirante Casa

O que as famílias dizem

Relatos de famílias em Vitória que usaram os arranjos da Mirante Casa. Cada situação foi diferente, mas o padrão de coordenação e comunicação se manteve.

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+40
famílias atendidas
3
anos em Vitória
4,8
nota média de satisfação
100%
das visitas com registro

Relatos das famílias

RC
Renata Carvalho
Praia do Canto, Vitória

Minha mãe tem 81 anos e mora sozinha na Praia do Canto. A Mirante Casa ficou com ela vinte horas por semana durante o inverno. O que me fez continuar foi a anotação que chegava depois de cada visita — eu sabia o que tinha acontecido sem precisar ligar todos os dias.

Junho de 2025
FO
Fernando Oliveira
Jardim da Penha, Vitória

Meu pai precisava de alguém para acompanhar nas consultas, que são frequentes. O arranjo de saídas funcionou bem para isso. A parte do transporte já organizado ajudou bastante — eu trabalho longe e não conseguia sempre levar. O único detalhe é que preferia ter mais do que seis saídas por mês, mas a coordenadora explicou que dá para negociar.

Maio de 2025
AS
Adriana Santos
Santa Lúcia, Vitória

Começamos com o dia avulso em março. Fiquei em dúvida sobre se minha avó aceitaria ter alguém em casa. A assistente que veio foi calma, não impôs nada. Minha avó gostou. A semana seguinte já tinha o arranjo mensal.

Março de 2025
PM
Pedro Machado
Enseada do Suá, Vitória

A Letícia veio pessoalmente na primeira semana para apresentar a assistente ao meu pai. Isso fez diferença. Ele é desconfiado, não gosta de gente estranha em casa. Mas como ela estava presente no início, foi mais fácil. Já são cinco meses.

Julho de 2025
MB
Mônica Brito
Mata da Praia, Vitória

O que me convenceu foi a folha de rotina. Antes eu ficava tentando lembrar de passar tudo por telefone para a pessoa que veio. Com a Mirante Casa, a coordenadora sentou comigo, escreveu tudo e mandou para a assistente. Na primeira visita já estava do jeito certo.

Junho de 2025
GL
Gustavo Lima
Bento Ferreira, Vitória

Minha tia mora sozinha e não gosta de sair sozinha desde o ano passado. As saídas mensais resolveram o problema das consultas. O transporte vem, a assistente espera durante a consulta, e depois volta com ela. Simples assim.

Julho de 2025

Como alguns arranjos se desenvolveram

Caso 1 — Arranjo semanal

Situação inicial

Família com filhos morando em São Paulo. Mãe de 78 anos em Vitória, sozinha em apartamento na Praia do Canto. Cuidava da casa mas tinha dificuldade crescente com as escadas do prédio e com as compras.

O que a Mirante Casa organizou

Arranjo semanal de vinte horas, com assistente presente três vezes por semana. Rotina incluía compras, refeições e companhia. Anotação enviada à família por e-mail após cada visita.

Resultado depois de três meses

A família passou de ligações diárias preocupadas para contato regular com a coordenadora. A mãe conhece a assistente pelo nome e pergunta quando ela vem. O arranjo continua ativo.

"Minha mãe sempre foi independente. Eu tinha medo de que ela rejeitasse qualquer ajuda. O jeito como a Mirante Casa apresentou o arranjo — sem urgência, sem pressão — fez com que ela mesma dissesse que queria continuar." — filha da família
Caso 2 — Dia avulso como ponto de partida

Situação inicial

Casal de 75 e 77 anos. O marido teve uma queda em janeiro e ficou mais limitado. A esposa cuidava de tudo mas estava exausta. A filha morava em Vitória mas trabalhava em período integral.

O que a Mirante Casa organizou

A filha reservou um dia avulso em fevereiro para ver como funcionava. A assistente ficou com o casal das 8h às 18h, ajudou com refeições, compras no mercado e companhia. A coordenadora enviou o resumo no final do dia.

Resultado

A família contratou o arranjo semanal na semana seguinte. O marido aceitou bem porque a mesma assistente do dia avulso foi designada para o arranjo regular. Quatro meses depois, o casal mantém o serviço.

Onde e como nos encontrar

Telefone
+55 27 99614-2873
E-mail
[email protected]
Endereço

Rua Joaquim Nabuco 738, Praia do Canto, Vitória, ES

Horários

Seg–Sex: 8h–18h
Sáb: 9h–13h

A família também pode falar com a coordenação antes de qualquer decisão

Uma conversa de quinze minutos é suficiente para entender a situação e indicar por onde começar.

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